27 julho 2007

Vaticano Define Igreja Católica Como "Única De Cristo"

Por Esaltino Gomes Coelho Filho

Esta notícia veio na Internet. Eu disse: "Pouco se me dá", e ignorei a questão... Mas seis membros da Igreja me enviaram a notícia, pedindo que eu comentasse.

O trecho mais intrigante (de autoria do Papa Bento XI) é este: "Cristo constituiu sobre a terra uma única Igreja e instituiu-a como grupo visível e comunidade espiritual, que desde a sua origem e no curso da história sempre existe e existirá", diz o texto. "Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele."

Não discuto os argumentos de Roma, mas a questão bíblica. É impossível reconhecer a Igreja Católica Romana no Novo Testamento. Ela é a culminância de uma série de desvios teológicos, heresias e afastamento da Bíblia. Seu domínio sobre as demais se deu por motivações políticas e econômicas, não espirituais. A história não comporta aqui por espaço. Mas algumas respostas devem ser dadas por quem pretenda ser a Igreja Católica a única Igreja (na realidade, ela está bem distante do conceito bíblico de Igreja).

Eis as questões:1. No Novo Testamento, "Igreja" nunca é uma instituição, mas sempre gente, o ajuntamento de salvos pela fé em Cristo. No conceito católico é uma instituição, ela.2. No Novo Testamento, a salvação é pela fé em Cristo, só. Para a Igreja Católica, ela é a mediadora da salvação. "Fora da Igreja não há salvação" é seu ensino. "Fora de Cristo não há salvação", diz a Bíblia. Veja Atos 4.10-12, entre muitos. “...Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno… em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos.” Para a Igreja de Roma vem pelas obras que ela ministra (incluindo os sacramentos).3. No Novo Testamento, a salvação vem pela graça de Deus, por meio da fé em Cristo. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.” (Ef 2.8-9).

4. Para a Bíblia, a adoração de imagens é pecado e blasfêmia. Veja-se Êxodo 20.4-6: “Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos” e Levítico 26.1: “Não fareis para vós ídolos, nem para vós levantareis imagem esculpida, nem coluna, nem poreis na vossa terra pedra com figuras, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o Senhor vosso Deus.”

A distinção entre dulia (veneração e respeito às imagens) e latria (culto) é sem sentido. A Bíblia proíbe até mesmo fazê-las. E as pessoas adoram mesmo a imagens.5. Os santos intercessores, atendedores de oração, e a mariolatria tornam a Igreja Católica mais perto do velho paganismo romano, com seu panteão de deuses, que do ensino bíblico. Como explicar tantos intercessores, à luz da Bíblia: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem" (1 Tm 2.15). Maria não é medianeira, o papa não é, homem algum é, Igreja alguma é. Só Cristo.6. A Igreja verdadeira tem Cristo como único Senhor e Salvador, a Bíblia como regra de fé e prática, obedece aos ensinos de Jesus. É a que não impede casamento de seus oficiais, pois a Bíblia diz: "É necessário que o bispo seja (...) casado (...) governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição" (1 Tm 3.2-4).

É a que sabe que proibir o casamento é dar "ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios..." (1 Tm 4.1-5). A Igreja Católica está distante da Bíblia e é reprovada por ela.Poderia listar outros pontos... O Vaticano... deveria voltar à Bíblia, deixar a idolatria, deixar o paganismo. Todos, inclusive a Igreja Católica, lucraremos muito. Ela colocaria toda a sua força e poder econômico na pregação do Evangelho, e não no seu desejo de domínio. Que bênção isto seria!

15 julho 2007

Don Richardson alerta sobre o perigo do Islã

(texto de 15/07/2007, mas muito atual).  
Fonte: Clique aqui

O missionário e estrategista em missões transculturais, Don Richardson, esteve no Brasil na última semana de maio como porta-voz de uma denúncia tão grave quanto o alerta sobre o aquecimento global. 

Na verdade, ele denunciou o perigo igualmente iminente do desaquecimento das taxas de crescimento populacional no ocidente. Está acontecendo um suicídio demográfico hoje entre os povos ocidentais e Richardson faz uma séria advertência quanto aos riscos que isso representa para a sobrevivência dessas sociedades, especialmente diante da grande ameaça que chega do mundo islâmico, caso permaneça a baixa taxa de natalidade com a drástica diminuição do número de filhos.

Ele esteve em São Paulo nos dias 29 e 30 do mês passado a convite do diretor da Horizontes América Latina, David Botelho e da Faculdade Teologia Batista (Fabteo) numa série de preleções e entrevistas e lançando seu novo livro “SEGREDOS DO ALCORÃO”. 

Richardson está realmente soando o alarme para que o mundo e, especialmente a Igreja, acorde para a gravidade do momento, em que o Islã avança com sua política expansionista e a violência das facções radicais. 

A liberdade que as nossas leis nos garantem hoje pode acabar se não houver uma conscientização e uma ação decisiva para impedir o sucesso das estratégias usadas pelo mundo islâmico. 

Ele sugere que o governo brasileiro deveria monitorar as mesquitas que estejam ensinando o islã radical. Eles fazem assim na França e têm evitado a ocorrência de atos terroristas como acontecem na Inglaterra, por exemplo.

UM SUICÍDIO DEMOGRÁFICO

Para se manter estável o crescimento da população, é necessário que cada mulher na fase reprodutiva, tenha 2.1 filhos. Ocorre que no ocidente essa média baixou para 0.9 em alguns países, o que não alcança a média de um filho por mulher. Enquanto isso, nos países islâmicos, as famílias têm em média cinco filhos. 

A continuar assim, podemos dizer que isso é um suicídio demográfico. A situação se agrava pelo grande número de abortos. Também a taxa alta de divórcios ajuda a interromper o relacionamento, muitas vezes antes do primeiro filho.

Acrescentamos a esses fatores, o crescimento do homossexualismo. Uma sociedade que está com o crescimento demográfico negativo, não deveria incentivar o homossexualismo, argumenta Don Richardson. Ele aconselha os pastores, a pregar nas igrejas incentivando os casais a terem muitos filhos, porque as crianças são bênção de Deus.

Richardson é doutor honorário em literatura pela Biola University em Mirada, Califórnia e atuou como missionário durante 15 anos na Indonésia, considerado o maior país muçulmano do mundo, e testemunhou as grandes transformações que ocorreram entre 1962 a 1977, enquanto trabalhava entre as tribos locais. Com a descoberta da riqueza do petróleo na Arábia, muçulmanos radicais do sul deste país, liderados por Wahhab, chegaram à Indonésia trazendo destruição entre os cristãos, queimando e derrubando milhares de igrejas. Os wahhabis, como são conhecidos, querem dominar o mundo para Alá e têm a seu favor, toda a riqueza do óleo Saudita para financiar seu movimento e suas ações.

O autor de “Segredos do Alcorão” pretende “abrir os olhos” das pessoas para o real perigo do avanço do Islã e também expor Maomé, o idolatrado profeta de Alá, como criminoso que foi, diz o autor, ele merece ser julgado pelos seus crimes de guerra mesmo depois de morto. Em seu início, após o ano 600 dC., o islamismo, se estabeleceu pela violência e crime, decapitando cerca de 900 judeus que questionaram a reivindicação de seu líder Maomé, que se auto-proclamou Profeta de Deus.

A punição para quem critica Maomé é a pena de morte. Outros escritores já tiveram suas vidas ameaçadas por esse motivo, mas Don Richardson recusou a proposta de seu editor de usar um pseudônimo para escapar à ira dos seguidores do Islã. Ele não quis se submeter a essa intimidação e lembra que já entregou sua vida nas mãos de Deus há muito tempo, desde que foi levar o Evangelho às tribos canibais dos Sawis. O autor de “Segredos do Alcorão”, crê que os muçulmanos ainda permanecem quietos porque caso algo venha a acontecer com ele, um grande interesse será despertado para o livro. Não é do interesse dos muçulmanos que seja exposta uma análise tão clara, do conteúdo de seu livro sagrado. Na verdade, até para seus seguidores, o Alcorão é um livro fechado e a maioria apenas o decora, já que não conhece o árabe.

O Alcorão possui 6.200 versos, sendo que 109 destes, estão chamando para a guerra santa (Jihad) como meio de submeter o mundo ao senhorio de Alá e seu profeta Maomé. Ou seja, um em cada cinqüenta e cinco versos é de guerra e milhares de meninos estão memorizando o Alcorão em árabe, mesmo sem entender o idioma. Ocorre que seu professor, entende o árabe e vai traduzindo para as crianças os versos que mais interessam, de modo que os alunos vão entender que todo o livro prega a guerra total contra os “infiéis”.

INVESTINDO EM FUTUROS SUÍCIDAS

Os meninos, a partir de cinco ou sete anos, estão sendo levados para as Madrasas, escolas de muçulmanos radicais. Só na Indonésia, há cinco anos atrás, existiam 37 mil dessas escolas em funcionamento e a maioria delas se recusava a seguir qualquer orientação dos órgãos educacionais do país, ensinando apenas o Corão.

No Paquistão, existem também centenas de Madrasas que hoje já são cerca de 10 mil, distribuídas em muitos países. Os professores fazem uma “lavagem cerebral” nas crianças ensinando-as a odiar os ocidentais, a Israel, ao judaísmo e ao cristianismo, afirmando estar isso no Corão e nas Haddits (livro também do islamismo). 

Estão sendo treinados para ser homens-bomba e para missões terroristas. Os wahhabis estão criando como que uma praga de gafanhotos humana. Usam as intervenções no Afeganistão e Iraque como desculpa para dizer que somos todos “Casa de Guerra”, diz Richardson. 

Mas, na verdade, se você não é muçulmano, você é um inimigo da “Casa do Islamismo”.

Esses jovens, quando chegam à puberdade e despertam para o sexo, não têm a oportunidade de estar em contato com o sexo oposto. Nessa fase, os professores começam então a traduzir os versos do Alcorão que falam sobre as virgens que esperam pelos mártires no paraíso. Quando se perguntam se vai haver virgens para todo mundo, explicam que Alá mantém as mulheres sempre virgens. Assim eles querem ser mártires para alcançar o prazer sexual. Na Palestina eles produzem até um programa de TV com essas fantasias sendo tornadas reais.

LEI SHARIA DECRETA MORTE AOS NÃO MUCULMANOS

Eles querem transformar todas as Constituições dos povos, na Sharia, seu código de leis, segundo as quais, todo muçulmano que deixa o Islã deve morrer, assim como, toda pessoa que criticar Alá ou Maomé. A sharia também proíbe os cristãos de restaurar suas igrejas e o topo delas, ou de qualquer templo judaico tem que ficar mais baixo que o topo de sua mesquita (templo islâmico). 

Também se, uma mulher é estuprada não pode levar o assunto à corte a não ser que tenha o testemunho de outros quatro homens de boa reputação, o que deixa margem aos advogados do criminoso para agir questionando a conduta de qualquer uma das testemunhas; o que seria o suficiente para invalidar a causa. Ou seja, é praticamente impossível à mulher se defender, já que se houvessem tais testemunhas, elas poderiam agir impedindo que ela fosse vitimada.

O PETRÓLEO FINANCIA A EXPANSÃO DO ISLÃ RADICAL

Richardson explicou que, na década de 60, descobriram grandes reservas de petróleo na Arábia Saudita e os líderes religiosos (wahhab) creram que seu deus Alá, foi quem colocou na terra deles essa riqueza de propósito, para ser usada para propagação da sua religião. Mas a liderança política estava desperdiçando todo o dinheiro com verdadeira ostentação a ponto de enojar a população. 

Os líderes religiosos sauditas no sul, chamados mulás, tinham o apoio e o respeito do povo e colocaram temor nos dirigentes do país. Eles poderiam permanecer no poder como testas de ferro, ou seja, iriam representá-los politicamente diante do mundo, mas embora permanecessem muito ricos para continuar esbanjando, deveriam entregar a maior parte do dinheiro ao movimento religioso.

A partir de então, o Islã tem todo o recurso financeiro necessário à sua expansão. Já foram construídas três Universidades dirigidas por radicais na Arábia Saudita e elas estão enviando seus representantes por todo mundo para convidar os alunos de segundo grau, com maior potencial, para completar seus estudos gratuitamente lá. 

Alunos da Mongólia, por exemplo, são convertidos e voltam a seus países para ensinar a doutrina wahhab e abrir mesquitas. Há quatro anos atrás, diz Richardson, fui à esse país e quando alertei os líderes de lá, me disseram que os representantes de wahhab já haviam aliciado os seus melhores estudantes.

As pessoas do mundo não conseguem perceber a força de conquista do Islã. Eles pensam que é apenas uma outra religião como o cristianismo, judaísmo, etc. Mas como os wahhabis têm o controle do dinheiro, das armas, das madrasas, etc. eles estão transformando a maioria não radical em radicais, que hoje ainda são 10% dos 1.3 bilhões de muçulmanos no mundo. 

Eles têm mais de um bilhão de adeptos, têm os bilhões do petróleo e o fanatismo religioso que os transforma numa nuvem escura que está se levantando no horizonte da nossa civilização, vindo sobre uma comunidade inocente e despreparada.

Saiba mais sobre Don Richardson e sobre "Segredos do Alcorão" clicando AQUI

PAPA BENTO XVI: “FORA DA IGREJA APOSTÓLICA ROMANA, NÃO HÁ SALVAÇÃO.”

Por Paulo Emanuel Doro Pereira
Email: cdgrandioso@yahoo.com.br

Surpreendeu-me nessa quarta-feira a leitura de O ESTADO DE MINAS, capa, quando em letras garrafais, SUA SANTIDADE trombeteia em alto alarme que FORA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, NÃO HÁ SALVAÇÃO.

"Nada me espanta, a Causa é santa", dizia uma cançãio piedosa de minha meninice. Mas a causa do papa é ínfima, pífia, retrógrada e depressiva.

Lembra-me os anos em que meu ex-colega de Grupo Escolar Francisco Sales me dizia: -"Você é 5 Ps: PAULO PEREIRA PRETO PROTESTANTE E PAGÃO'.

Minha amada Ângela da época retrucava: -"E tem mais um P que você não tem, Caíca: Personalidade!(Ela, branquinha, cheirosa, elegante e meiga).
Tolo é quem é cego e ceguinho é a mãe. Naqueles dias, Dom Álvaro Negromonte(olha o paradoxo: Negro + Monte) escrevia no nosso famigerado livro de religião: -"Rezem pelos protestantes! Eles são ovelhas desgarradas. Não obedecem ao papa".
Também pudera. Obedecer ao Fidel Castro da igreja, nos dizeres do barítono paraguaio, meu professor de canto? Se você obedecer a essa fala, vai se danar nos quintos dos infernos.
"A língua é fogo, cheia de maldade e veneno", Palavra de Deus através de São Tiago da compostura, o irmão(primo?) de Jesus, no capítulo 3, verso 6 de sua epístola.

O cardeal Ratzinger começa a mostrar suas unhas alemãs, não luteranas. Para começar, revela-se mais luterano que o próprio Lutero, porque o sumo monarca ignora que a igreja começou no dia de Pentecoste, em Sião, donde provém a Lei em qualquer escatologia, sob o impulso e direção do Espírito Santo, sem nenhuma vigarice de "homo qualqueris".
João Paulo II, um santo que viveu entre nós, que foi chefe do novel Hitler, sofre todo o tipo de atentados, menos contra sua moral e inteligência, bem como espiritualidade. Pediu perdão aos judeus pelo Holocausto e aos protestantes pelo claustro.

Enquanto isso, à sua sombra, um joio se levanta para constituir uma raça ariana constantinizada, afirmando coisas que no hospício valeriam a condecoração de Bento Mussolini (outro paradoxo).

E o manicomial porta-voz do colegiado episcopal prega a peça de dois atos, distantes um mês do outro:

No primeiro, condena-se os GLS no clero.

No segundo, chama-se uma toca de raposa de Abrigo dos Pecadores, como se São Pedro estivesse aplaudindo tamanha excrescência. Ele que, segundo QUO VADIS e CLEMENTE DE ROMA, foi crucificado de ponta-cabeça justamente pelos romanos, assiste seu sucessor pregando certinho contra GLS no clero e logo em seguida, vomitando no prato que comeu, como um regurgitador de Laodicéia. A DEFORMA substitui a REFORMA.

Agostinho de Hipona, um dos apóstolos chamados pelo Espírito Santo durante a Idade MÉRDIA, iria corar de vergonha ao ouvir suas piedosas palavras deslocadas do contexto: -"FORA DA IGREJA, NÃO HÁ SALVAÇÃO". E não há mesmo. Salvo tem que ser salvo na, através da e para a igreja.

O Cabeça não larga o corpo para nada, nem para o arrebatamento final.

Desculpem-me a indignação, mas de cego eu não tenho nada, nem parentesco. De burro, só o coice. De surdo, o DNA. Mas de mudo é que eu não tenho mesmo nada, porque depois da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mesmo que não seja infalível como a santidade dele (Sua), também falo e escrevo ex-cathedra, pedindo apenas a opinião (Verdade) do Espírito Santo e não as crendices de um senil (abençoados sejam os velhos, a quem respeito as cãs).
-"Senhor Beato Bento! Tenha a beatitude de falar pouco. A palavra é de prata e o silêncio é de ouro, Sua Santidade!

Volte para o seminário e vai estudar história da igreja, inclusive daquela presidida infalivelmnente por Vossa Excelência Ariana.

Eu nunca desrespeitei ao senhor e nem ao clero romano, mesmo aos que eu sei que são GLS.
Peça perdão 70 vezes 7 hoje, reze 1000 Ave-Marias, 5000 Padre-Nossos, 5000 Salve-Rainhas e deixe por minha conta perdoar sua peripécia proselitista.

Será que tudo o que o Vaticano tem de riqueza, inclusive o óbulo de São Pedro paga os danos e perdas morais para sua infalível tolice?

Termino citando o santo irmão do Presidente da República: -"Vá! Vá!"

PaulusDorus, Servus Christi, apostolus Iglesiae Christi.

Onde está a Igreja que sonhamos

Por Naama Mendes


Aceitei a Jesus quando tinha uns dezessete anos de idade. Tornei-me um pregador do evangelho nas ruas e praças. Algum tempo depois, após a devida formação teológica, fui ordenado pastor. Desde a minha conversão, tive a nítida impressão de que algo espetacular e maravilhoso envolvia a Igreja que Jesus havia fundado há dois mil anos. Mas, por algum motivo, não conseguia descobrir o que era. Eu tinha um sonho que era compartilhado também pelos meus colegas de seminário e pelos irmãos que me ajudaram no início da minha vida cristã.


Sonhávamos com uma igreja simples, dinâmica, amorosa e alegre. Ela deveria ter uma qualidade de vida cristã capaz de transformar todos os bairros da cidade em que se inserisse. Com o passar do tempo, essa igreja foi tomando forma na nossa imaginação.

Sonhávamos com uma igreja de autênticos seguidores de Cristo, que tivessem o ideal de vida centrado na pessoa de Jesus. Queríamos uma igreja que funcionasse como uma agência de formação de discípulos. Nela, todas as coisas convergiriam para o Senhor. Ela seria acolhedora, e o riso, o amor, a alegria, o respeito, o perdão, a diversão, entre outros atributos e frutos espirituais, norteariam o convívio com os erros e acertos aos quais somos vulneráveis.

Sonhávamos com uma igreja na qual tanto a sua membresia quanto os seus líderes dependessem mais de Deus do que do dinheiro; mais dos modelos de vida cristã do que da retórica; mais da sinceridade do que da manipulação; mais de cristãos comuns do que dos heróis carismáticos. Essa igreja não seria apenas uma anunciadora da mensagem, mas seria, ela própria, a viva mensagem.

Na igreja dos nossos sonhos, as pessoas, ao participarem das reuniões, ficariam tão perplexas diante dos testemunhos, do louvor e da adoração a Deus, que não conseguiriam se calar!

Sonhávamos com uma igreja cujo poder, proveniente apenas do seu Criador, fosse tão grande e impactante que a fizesse capaz de trazer valores do céu para a Terra. E aqui ela poderia vivê-los com toda intensidade e, assim, em função do seu testemunho, seria capaz de influenciar todo o mundo. Transformaria, então, água em vinho, ateus em pregadores, prostitutas em santas, trapaceiros em profetas, humilhados em sábios, e assim por diante.

Depois de mais de vinte e cinco anos atuando como pastor, continuo sonhando com uma igreja genuinamente cristocêntrica; capaz de crescer nos bastidores; florescer no deserto; respirar quando sufocada; enxergar nas trevas; multiplicar-se na aridez; amar os excluídos; e converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. Ela faria tudo isso no nome que se sobrepõe a todo nome – Jesus.


Será que podemos convocar você, leitor, para se comprometer – de todo o coração, alma e entendimento, amando ao próximo como a si mesmo – usando todo o seu potencial: inteligência, talentos, dons, dinheiro, influência social, e tudo o mais que Deus lhe concedeu, em favor dessa obra? Você já pensou no que poderá acontecer a seus filhos, parentes e amigos, que experimentarem do maravilhoso projeto de vida cujo arquiteto é Jesus?

O Rev. Naamã Mendes é atualmente Co-Chairman do BMNET - Brazilian Ministers Network e pastor na Christ The King Presbyterian Church in Cambridge, Massachusetts, US. Escritor, conferencista e autor do livro Igreja, Lugar de Vida (Editora Betânia), ganhador do prêmio ABEC/95.